São Paulo – O engenheiro inglês e criador do antivírus McAfee, John McAfee, já foi acusado de ser viciado em drogas, envolver-se com prostituição, fabricar remédios controlados em casa e até de assassinato. Mas certamente McAfee não pode ser acusado de mau humor ou levar-se a sério demais.

Na tarde desta quarta-feira (19), McAfee ascendeu aos Trending Topics do Twitter com a tag #McAfeeteachesuninstallMcAfee, graças a um vídeo hilário e muito controverso em que McAfee ironiza os usuários que lhe pedem explicações sobre como desinstalar o antivírus, famoso por impor obstáculos aos usuários que desejam excluí-lo do computador.

No vídeo de 4 minutos, o engenheiro parece muito irritado com os usuários que lhe pedem ajuda pela internet. Vestido como um magnata, queimando notas de dólares para acender um cigarro e cercado de mulheres em trajes mínimos, McAfee faz críticas ao produto que ele mesmo criou e protagoniza cenas absurdas ao simular uso de cocaína e armas de fogo.

>> No final de 2012, John McAfee é preso na Guatemala

Na verdade, McAfee não tem mais nenhuma relação com a empresa que fundou nos anos 90 desde que vendeu seu controle para um grupo de investidores, em 1994. Desde então, o engenheiro leva uma vida de playboy viajando pelo mundo.

Nos últimos três anos, McAfee viveu na América Central, onde é processado por, supostamente, produzir drogas controladas em casa. McAfee também evitou sua extradição da Guatemala, país onde viveu, para Belize, onde é acusado de ter assassinado um vizinho. No início de 2013, McAfee conseguiu uma autorização para mudar-se para os Estados Unidos. Atualmente, o engenheiro vive em Portland.

Na internet, alguns usuários especulam que o vídeo seja, na verdade, uma ação de marketing para promover uma série de TV que tem John McAfee como protagonista. No final de 2012, McAfee fechou um contrato com uma produtora de TV de Montreal, no Canadá, para produzir uma série sobre sua vida.

 

Fonte: Exame.info

Enviado por: Carla Michels

Postado por: Bruna de O. Carvalho

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O Conar recomendou que a campanha “NET – depois do nosso líder, a gente também faz” deixe de ser veiculada. Segundo a decisão, a peça publicitária denigre as demais concorrentes.

Confira o vídeo:

A suspensão da propaganda em questão foi indicada após as empresas GVT e OI realizarem denúncias contra o anúncio. Apesar de terem sido efetuadas em momentos diferentes, as representações foram julgadas em conjunto pelo mesmo relator.

A representação proposta pela GVT (124/13) alegou ferimento ao princípio da leal concorrência, presente do código de autorregulamentação publicitária. Segundo a autora, a peça denigre a concorrência por caracterizá-la como obsoleta, além de apresentar informações inverídicas e superlativas desprovidas de comprovação.

A empresa OI também alegou ferimento ao princípio da leal concorrência, assim como a presença de informações inverídicas. Segunda a representação 141/13, o pioneirismo da NET no que diz respeito a canais HD e vídeo on demand não é correto.

Em sua defesa, a Net recusou as críticas por considerar que o anúncio é, acima de tudo, bem humorado e não aponta falhas ou imperfeições nas concorrentes. Justificou também as alegações de superioridade.

Em 3/5 houve liminar de sustação conta o anúncio, por considerar que a campanha mencionava as demais concorrentes de modo que as denegria. Segundo o relator, que concordou com as denúncias, todo o contexto do anúncio está comprometido e, por isso, ele deve ser interrompido. No dia 13/6, tal entendimento foi aprovado por maioria durante reunião do Conselho.

A decisão deve continuar sendo cumprida, mesmo que a NET recorra.

Fonte: Migalhas

Enviado por: Carla Michels

Postado por: Luma Santos.

A matéria no The Straits Times falava do alto índice de poluiçao registrado na Singapura nos últimos dias – o chamado ‘PSI’ (Pollution Standards Index), que chegou a 321 pontos, o mais alto na história do país. Logo abaixo, um anúncio do McDonald’s citava o mesmo índice PSI, mas com outro sentido – virou o ‘Peak Sauce Index’, se referindo ao molho que acompanha os Chicken McNuggets. “O PSI de hoje está deliciosamente alto”, dizia a chamada ¬¬ Através de um porta-voz, a rede de fast-food se desculpou pela peça publicitária, dizendo que ela nao tinha a intençao de “banalizar a atual situaçao” e que foi criada quando o nível de poluiçao ainda nao estava tao alto. Disse ainda que concorda que, no atual contexto, a propaganda foi “inadequada”. Com The Straits Times e Copyranter.

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Fonte: Blue Bus

Enviado por: Tairine Ceruti

Postado por: Bruna de Oliveira Carvalho

Artistas protestam contra a violência policial

Em protesto contra a violência policial nas manifestações, artistas foram fotografados por Yuri Sardenberg com olhos roxos. O ensaio, chamado “dói em todos nós”, trazia Fernanda Rodrigues, Paulo Vilhena, Thaila Ayala, e outros todos unidos por uma mesma causa. As fotos foram publicadas nas páginas pessoais dos famosos e chamaram a atenção para a jornalista da folha, Giuliana Vallone, que foi baleada no olho por um tiro de bala de borracha. Além dela, outros repórteres também foram feridos, como Félix Lima, Rodrigo Machad, Ana Krepp, Leandro Machado, Fabio Braga e Marlene Bergamo.

A ação é mais um exemplo de que os protestos não são por causa de 0,20 centavos, é por todo o resto. Saúde, educação, transporte, respeito, liberdade. É por direitos.

Mayara Neiva

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Carmo Dalla Vecchia

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Fernanda Rodrigues
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Fonte: Colmeia.biz

Enviado por: Carla Michels

Postador por: Bruna de Oliveira Carvalho

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As manifestações por várias cidades do país têm envolvido as marcas mesmo sem um posicionamento por parte delas. A Fiat é a que tem sentido mais esse movimento, já que a sua campanha “Vem para Rua” se transformou em um lema de muitos protestantes. Além de a música ter sido usada em vídeos por usuários para ser a trilha sonora de imagens das reivindicações pelo não aumento da passagem de ônibus, fim da corrupção e outras questões, a hashtag #vemprarua se tornou uma das mais usadas nas redes sociais por quem decidiu participar das passeatas. Outras marcas, porém, também têm sido citadas diretamente ou não, como Coca-Cola, Mentos, Facebook, Johnny Walker, Halls e Globo.
A expressão “geração Coca-Cola”, que se tornou famosa na década de 1980 para exemplificar a inércia de uma época, voltou a aparecer. Desta vez, porém, em frases como “a geração Coca-Cola acordou” e “jogaram Mentos na geração Coca-Cola”. A expressão que une as duas marcas faz referência aos vídeos que tiveram repercussão na internet há alguns anos que mostravam garrafas do refrigerante jorrando o conteúdo quando misturado a balas Mentos. A alusão compara o fenômeno químico com a mobilização das pessoas. Outra bala, Halls, também apareceu em algumas frases usadas durante os protestos, caso, por exemplo, de “Odeio bala de borracha. Joga um Halls”.

Já o Facebook não tem sido apenas uma ferramenta de comunicação dos manifestantes, mas também usado como referência por eles para estimular outras pessoas a participarem. A hashtag #saidofacebook tem aparecido em muitos posts, especialmente ao lado de #vempararua. Durante os protestos, também é comum encontrar pessoas mencionando a rede social em cartazes para contrastar a ação de protestar da atitude passiva de estar em casa acompanhando tudo pela internet.

Da mesma forma, a Globo precisou não apenas passar informações sobre os protestos, como responder ao vivo por meio da apresentadora do Jornal Nacional, Patrícia Poeta, às acusações de que não estaria mostrando a real situação em seus telejornais. Além de ser alvo de cartazes ofensivos, a emissora também é criticada na internet, onde sua logo é usada para representar a ideia de que a grande mídia deixa de comunicar fatos importantes de forma completa à população.

Outra marca envolvida é o whisky Johnny Walker. Apesar de não ser diretamente citado, o vídeo e ilustrações de uma de suas campanhas, “Keep Walking, Brazil”, estão circulando pela internet. O filme publicitário, de 2011, foi a primeira peça local criada pela marca e mostrava o Pão de Açúcar se transformando em um gigante, o que era uma referência ao progresso do país e ao trecho “gigante pela própria natureza”, do hino nacional. Os manifestantes e simpatizantes das reivindicações usam mensagens similares ao aproveitar as imagens da marca para defender que o Brasil acordou para a necessidade de se mobilizar e que agora está lutando para mudar a situação da saúde, educação e política do país.

Veja abaixo os cartazes das manifestações que fazem referência às marcas e as ilustrações que estão circulando pelas redes sociais:

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Fonte: Mundo do Marketing

Enviado por: Julio Cesar

Postado por: Bruna de O. Carvalho

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Ao contrário do que vem sendo informado por diversos veículos de comunicação, a Fiat não vai tirar a campanha “Vem Pra Rua” do ar depois ter se transformado em hino das manifestações pelo Brasil. Como toda ação de Marketing, o filme veiculado na TV aberta, fechada, em rádios e na mídia social tem data para começar e para acabar. Segundo informou a montadora, a peça foi lançada uma semana antes do começo da Copa das Confederações e programada até o dia 22 de junho. Mas sempre há espaço para dúvidas.

Por isso, Mundo do Marketing perguntou a João Ciaco, Diretor de Publicidade e Marketing América Latina da Fiat: afinal, a campanha estava realmente planejada para acabar no sábado ou houve uma antecipação por conta das manifestações? “Absolutamente. Não há nenhuma mudança de planos. E a campanha não está terminando. Ela sai da grande mídia de massa, mas continua na internet e ainda em resquícios de veiculações na TV fechada e em rádios. Está tudo rigorosamente no período estipulado. Inclusive não vamos tirar do YouTube, onde o filme já tem mais de 20 milhões de visualizações”, respondeu.

Mesmo diante da grande repercussão da campanha, a Fiat, institucionalmente, se mantém a parte das manifestações das ruas. “Essa campanha não foi criada com este objetivo”, afirma Ciaco por telefone direto de Cannes, de onde participa do Festival de Criatividade e de reuniões. “A campanha teve como objetivo celebrar o momento que o Brasil está vivendo com os grandes eventos esportivos e mais nenhum outro”, explica.

Mas o fato é que a música caiu no gosto popular e está servindo de bandeira para chamar as pessoas a promover mudanças no país. “Que bom. Isso mostra o que falamos há tempos, que as marcas não pertencem às empresas e sim às pessoas. Elas se apropriam, fazem uso delas e aplicam cada uma de sua maneira”, diz Ciaco. E o impacto na marca? “Temos que esperar para ver o que vai acontecer, analisar e, se for o caso, fazer alguma coisa”, avalia o Diretor de Publicidade e Marketing América Latina da Fiat.

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Fonte: Mundo do Marketing

Enviado por: Julio Cesar

Postado por: Bruna de O. Carvalho

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Segundo a Assessoria de Imprensa da FIAT, será retirada do ar a campanha promocional criada diretamente para a Copa das Confederações. Cogitaram em mudar o tema de “Vem Pra Rua” para “A maior torcida do Brasil”, mas resolveram encerra-la antes do previsto, nos próximos dias.

Garantindo também que “Toda campanha tem data para começar e para terminar”, a assessoria de imprensa da FIAT completa dizendo que a campanha promocional vai continuar até as Olimpíadas de 2016, mas com outra trilha sonora.

Se isolando totalmente de qualquer vínculo com a onda de protesto que acontece nas capitais brasileiras e suas vertentes em comunicado oficial, a Fiat informou que a campanha “Vem Pra Rua” foi elaborada para “com foco único e exclusivo na Copa e na alegria e paixão que o futebol desperta nos brasileiros”.

Lembrando que a música é interpretada pelo compositor e vocalista Falcão, do grupo “O Rappa”, composta pelo “S de Samba” na qual convoca a todos ir às ruas torcer pelo Brasil.

Em redes sociais, o que atualmente prevalece é #vemprarua

Fonte: Plugcitários

Enviado por: Sabrina Priscila Pereira

Postado por: Luma Santos

size_590_Luciano_Huck_posta_em_rede_social_com_celular_da_Vivo_apesar_de_ser_patrocinado_pela_TIM

São Paulo – Contratado pela operadora TIM há quase dois anos, o apresentador Luciano Huck usou um smartphone com chip da Vivo para postar uma mensagem em sua conta no Instagram.

Luciano publicou o controverso post nesta sexta-feira (14), agradecendo seus fãs por ter alcançado a marca de 10 milhões de seguidores no Facebook.

“Acordar com 10 milhões de pessoas em sua página pessoal… não é todo dia”, escreveu Huck. Na imagem que Huck capturou de seu Facebook para fazer um post no Instagram, no entanto, é possível ver que a rede do smartphone de Huck é da Vivo, concorrente da TIM.

O post causou grande constrangimento na TIM e, ao que tudo indica, Huck é mesmo usuário da operadora Vivo. Afinal, para fazer o post no Instagram ou no Facebook, é preciso instalar esses aplicativos e fornecer suas senhas pessoais de acesso, o que dificilmente Huck faria no smartphone de um terceiro.

Esta não é a primeira vez que uma celebridade faz propaganda para uma marca, mas utiliza serviços ou produtos de um rival. No final de maio, a repórter do programa CQC, da Band, Daniela Calabresa, postou uma mensagem de elogio ao Galaxy S3, como parte de uma ação acordada com a Samsung.

Daniela, no entanto, usou um iPhone para fazer o post. Antes, Alicia Keys, contratada da BlackBerry, também foi flagrada usando o app do Twitter em um iPhone.

 

Fonte: Revista Exame

Enviado por: Sabrina Priscila Pereira

Postado por: Luma Santos

size_590_Coca-colaEmbalagem de Coca-Cola feita de gelo aparece em comercial da marca na Colômbia

 

São Paulo – Coca-Cola sempre gelada. Ou enquanto a garrafa estiver inteira, pois a marca promoveu recentemente uma ação em Cartagena das Índias, na Colômbia, com garrafas feitas de gelo.

O vídeo exibe garrafas da bebida totalmente congeladas, com um pequeno bracelete que serve para proteger os dedos dos consumidores.

Entretanto, o site Foodbeast questionou o comercial e perguntou se ação é higiênica.

Segundo a publicação, há poeira no ar que poderia impregnar na garrafa. Num ambiente como a praia, isso é ainda pior. Será que a marca lembrou que o consumidor pode beber uma Coca com a areia, por exemplo?

Veja o vídeo e tire suas conclusões:

 

Fonte: Exame.com

Enviado por: Tairine Ceruti

Postado por: Luma Santos

Um novo formato de chocolate desenvolvido por uma doceria britânica está causando a maior polêmica. Chamado de “Edible Anus” (“ânus comestível”, em português), a guloseima é moldada a partir do ânus de uma modelo e vendido em caixas com até 10 unidades.

edibleanus

 

De acordo com a empresa, o chocolate em formato inusitado ”pode dissolver tabus culturais de gênero, classe e orientação sexual, e espalhar a alegria de ensinar ao mundo a amar o ânus”. Produzido com  ”ingredientes naturais” e chocolate belga (55% de chocolate amargo, 34% de chocolate ao leite e 28% de chocolate branco), o “Edible Anus” é comercializado noportal da empresa, que tem ainda um modelo feito em prata para quem quiser guardar a novidade como lembrança.

A caixa da guloseima custa R$ 855, sem o valor do frete, e pode ser entregue em qualquer lugar do mundo. Além dos chocolates, a companhia oferece também camisetas e canecas estampadas com a palavra “ânus”.

Um usuário do YouTube, identificado como “PBnJaime”, comprou algumas caixas do produto e publicou um vídeo mostrando como elas são. Segundo ele, a experiência de comer a guloseima em formato de ânus foi “suculenta”.

 

Fonte: Belo Horizonte de A a Z

Enviado por: Thais Murara

Postado por: Bruna de Oliveira Carvalho

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