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São Paulo – Uma campanha publicitária da Tele Sena com a banda Restart foi suspensa na reunião do Conar, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

O filme vetado promovia o título de capitalização, oferecendo como brinde figurinhas colecionáveis dos integrantes da banda.

De acordo com o Conar, a reclamação partiu de um consumidor, que considerou inadequada a associação do produto com a banda Restart, uma vez que títulos de capitalização têm limites legais para comercialização: só podem ser vendidos para pessoas maiores de idade, segundo a legislação brasileira.

O comercial, segundo o consumidor que reclamou, estaria usando uma banda com forte apelo entre adolescentes para promover o produto, inclusive com o uso de figurinhas colecionáveis, contrariando, portanto, a legislação.

A reclamação foi aceita pelo Conar por maioria de votos, e a campanha foi sustada. O SBT ainda pode recorrer da decisão.

FONTE: maisbrasilia.com/exame.com

Repassado Por: Anderson Sachetti/Aluno Antenado

Postado Por: Alan Vieira

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São Paulo – A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT – enviou nesta segunda-feira uma carta ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, o Conar, pedindo a imediata retirada do ar do comercial “Festa de São João”, da cerveja Nova Schin.

Narrada por um repentista, a propaganda se passa durante uma festa de São João e envolve um grupo de cinco amigos que consomem a cerveja.

Em determinado momento, uma mulher aparece. Marcão, um dos amigos, supostamente se apaixona por ela, mas após uma “análise”, percebe que se trata de um homem travestido de mulher. Marcão mostra-se então constrangido, enquanto os quatro amigos acham graça da situação.

Segundo uma nota divulgada pela associação em seu site, o personagem travestido de mulher no comercial “é objeto de escárnio, piada e deboche” na passagem em que o narrador diz que “de noite era Maria e de dia era João”. “O comercial da Nova Schin contribui para referendar e banalizar essa discriminação, ridicularizando a personagem travestida”, diz a ABGLT.

“Para entender nosso posicionamento, bastaria ridicularizar a personagem do comercial por causa da cor de sua pele ou por causa de sua raça, para perceber que o conteúdo é discriminatório”, escreveu Toni Reis, presidente da associação.

“Ao mesmo tempo em que entendemos que é preciso ter bom humor, não se deve utilizar-se da fragilidade de uma população para vender um produto. Isto não é condizente com o preceito constitucional da dignidade humana.”

Procurada por EXAME.com, a Schincariol, fabricante da cerveja Nova Schin, enviou uma nota afirmando que “conduz seus negócios com retidão, ética, integridade e respeito pela dignidade de cada indivíduo e, portanto, não tolera qualquer discriminação. Sendo assim, a Schincariol esclarece que não houve intenção de ofender ou discriminar qualquer pessoa em seu filme publicitário ‘Maria Bonita’. Além disso, a Schincariol informa que, até o momento, não recebeu nenhuma notificação do CONAR acerca do anúncio em comento.”

Por: Cris Simon

Postado Por: Alan Vieira

A Ovomaltine, em seu filme publicitário sobre seu produto em caixinha, criado pela QG Propaganda, decide alterar a palavra “manés” por “meninos”, em uma frase que uma pequena garota fala no comercial. Segundo eles, a expressão não foi muito bem utilizada nos valores em que a marca preza. Segue abaixo o esclarecimento:
“Essa decisão tem como objetivo reforçar os valores que a marca Ovomaltine prioriza e que permeiam todas as suas atividades, que são o respeito, a ética e a transparência. A Ovomaltine esclarece ainda que nunca foi sua intenção utilizar o termo ‘manés’ de maneira pejorativa, sendo o intuito da peça publicitária apenas o de replicar, no diálogo entre os atores do filme (os gêmeos e a menina) uma brincadeira inocente entre crianças no ambiente escolar”.
Segue também no post, o video!
O que vocês acharam? Um exagero ou uma necessidade? Faz alguma diferença a utilização de uma palavra ou de outra?
Deixem seus comentários!

Fonte: http://www.cidademarketing.com.br

 

Att, Pagú C.

A Secretaria de Políticas para Mulheres do governo federal pediu ao Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) a suspensão do campanha publicitária “Hope ensina”. Após receber 15 denúncias de consumidores, o Conar abre processo para avaliar campanha com Gisele Bündchen de lingerie como a “melhor maneira” de uma mulher dar uma má notícia ao marido.

Veja os três comerciais:




A HOPE prestou esclarecimento à Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) sobre campanha “Hope ensina”, estrelada pela modelo Gisele Bundchen, a qual estimula o público feminino a usar o “charme” para amenizar possíveis reações negativas de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano.

A direção da empresa divulgou uma nota com um posicionamento oficial. No texto, assinado pela diretora Sandra Chayo, a empresa diz que “os exemplos nunca tiveram a intenção de parecer sexistas, mas sim, cotidianos de um casal”.
Nota à Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM)

Em relação às denúncias recebidas por essa Secretaria por conta da campanha publicitária “HOPE ensina”, a HOPE, empresa com 45 anos de história e que sempre primou pela excelente relação com as suas consumidoras, esclarece que a propaganda teve o objetivo claro e bem definido de mostrar, de forma bem-humorada, que a sensualidade natural da mulher brasileira, reconhecida mundialmente, pode ser uma arma eficaz no momento de dar uma má notícia. E que utilizando uma lingerie HOPE seu poder de convencimento será ainda maior.

Os exemplos nunca tiveram a intenção de parecer sexistas, mas sim, cotidianos de um casal. Bater o carro, extrapolar nas compras ou ter que receber uma nova pessoa em sua casa por tempo indeterminado são fatos desagradáveis que podem acontecer na vida de qualquer casal, seja o agente da ação homem ou mulher.

Foi exatamente para evitar que fôssemos analisados sob o viés da subserviência ou dependência financeira da mulher que utilizamos a modelo Gisele Bundchen, uma das brasileiras mais bem sucedidas internacionalmente. Gisele está ali para evidenciar que todas as situações apresentadas na campanha são brincadeiras, piadas do dia-a-dia, e em hipótese alguma devem ser tomadas como depreciativas da figura feminina. Seria absurdo se nós, que vivemos da preferência das mulheres, tomássemos qualquer atitude que desvalorizasse nosso público consumidor.

Atenciosamente,

Sandra Chayo.
Diretora.

As letras em tamanho reduzido nos comerciais podem ser banidas da televisão. Tudo depende da aprovação do Projeto de Lei 3646/08, do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), que altera o Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei 4.117/62).

Segundo o autor da proposta, pelo fato de a publicidade se valer da “arte da objetividade”, a mensagem busca ser o mais direta, clara e convincente possível para persuadir o consumidor. Entretanto, ajustes são necessários. Macris considera que a inclusão de letrinhas inelegíveis atrapalha o consumidor a tomar decisão, pois tais informações geralmente são relevantes no momento da compra.

Apesar das críticas, o deputado reconhece a importância da publicidade como financiadora da TV brasileira. Porém, acrescenta que os comerciais devem se adaptar aos direitos do consumidor O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

DOWNLOAD do projeto de lei: CLIQUE AQUI

Maiores informações:

– site do deputado: http://www.deputadomacris.com.br/

– site da câmara: http://www2.camara.gov.br/

Fonte: http://www.acontecendoaqui.com.br/

Publicado em: 14/08/2008
Enviado por: Diego Dimas Pereira da Costa

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