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McLanche Feliz é um dos principais alvos das críticas
Crédito: SXC

Em reunião anual de investidores do McDonald’s , realizada em Chicago, nos Estados Unidos, há cerca de uma semana, uma menina canadense de apenas nove anos de idade, Hannah Robertson, questionou a postura da marca de “enganar as crianças com brinquedos e personagens de desenhos animados para que elas comam a sua comida todo o tempo”.

Dan Thompson, presidente do McDonald´s respondeu que a rede se esforça para vender produtos saudáveis e lembrou que os consumidores podem escolher frutas e vegetais que custam apenas US$ 1. Hannah é filha de Kia Robertson, que assina um blog sobre alimentação saudável e integra ainda o grupo Corporate Accountability International, cujo objetivo é lutar para impor limites aos excessos, que têm o McLanche Feliz como um dos seus principais exemplos.

Fonte: Meio e Mensagem

Enviado por: Sabrina Priscila Pereira

Postado por: Luma Santos

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Pelo visto, a Abercrombie comprou briga com muita gente. Depois da campanha feita com moradores de rua da capital paulistana, clicada por um jovem nesta última quarta-feira (15), mais alguém se manifesta contra a marca de camisetas que se diz “cool”. A blogueira feminista e plus size, Jes, do site ‘The Militant Baker‘, foi mais uma civil a protestar contra a marca e as declarações do CEO Mike Jeffries.Bem-resolvida com seu corpo, Jes clicou a si mesma ao lado de um modelo bonitão em um editoral irreverente, bem-humorado e cheio de sex appeal, no qual ela tira sarro das campanhas da Abercrombie, usando roupas da marca. Seu objetivo é claramente provar que sim, meninas plus size também são atraentes – assim como diz seu logo “Attractive & Fat” (atraente e gordinha, em tradução livre). As imagens destas fotos geniais você confere logo abaixo!

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Imagens: reprodução

Além da manifestação da blogueira Jes, outras reações apareceram em forma de petições e reclamações, inclusive de personalidades – como é o caso da atriz Kirstie Alley. A enrascada de makerting na qual a marca está envolvida se deu a partir da declaração de Mike, ao dizer, no começo de maio, que a marca só quer atingir jovens com físico sarado e não possui o menor interesse em vender para um público plus size. O erro, além do preconceito presente em sua declaração, foi se esquecer do “simples” detalhe de que o público plus size é uma das maiores forças consumidoras nos EUA.A blogueira Jes termina sua “campanha” contra a Abercrombie escrevendo uma carta em aberto a Mike Jeffries, dizendo: “você deveria saber que a camiseta G da sua marca veste perfeitamente em alguém que usa 50”.

Ops!

Enviado por: Thais Murara
Postado por: Luma Santos

 

 Os problemas sociais provocados pela gravidez de adolescentes se tornaram assunto de altíssima importância na cidade mais populosa dos Estados Unidos. A prefeitura de Nova York pôs nas ruas uma campanha agressiva. E acabou provocando polêmica.

Não tem sutileza, nem meias palavras. Um dos cartazes diz: “Honestamente, mamãe, papai não deve ficar com você. E o que vai acontecer comigo? Você está pronta para criar um filho sozinha?”

No outro, um menino chorando avisa: “O risco de eu não completar o Ensino Médio é duas vezes maior porque nasci de uma mãe adolescente”.

A prefeitura de Nova York espalhou quatro mil pôsteres como esses nos pontos de ônibus e nos trens do metrô.

A campanha de prevenção à gravidez na adolescência foi baseada em um cruzamento de dados sócio-econômicos e custou o equivalente a R$ 800 mil.

A prefeitura também criou um serviço de troca de mensagens de texto. Pelo celular, qualquer um pode acompanhar os dilemas de dois personagens que representam pais adolescentes. Nas mensagens, eles são chamados de perdedores e até de estúpidos. A campanha que surgiu para educar virou alvo de críticas.

“É de mau gosto, discrimina os negros e os mais pobres. E o pior: está sendo paga com nosso dinheiro”, diz aposentado.

Gloria ficou grávida de Liliane quando tinha 15 anos. Ela mora na periferia, como a maioria das 20 mil adolescentes que engravidam a cada ano na cidade.

“Fiquei chateada”, diz. “Lutei muito para criar minha filha, estudar e trabalhar. Essa campanha só reforça o preconceito e não traz informações úteis, sobre como fazer sexo seguro ou usar contraceptivos”, completa.

Para a representante da prefeitura, a intenção foi mesmo causar impacto. “Falar sobre coisas que os adolescentes normalmente não pensam, como o custo e a responsabilidade de ter um filho. Essas famílias tendem a ser mais dependentes do que as outras”, afirma.

“Fazer com que os jovens tenham medo do futuro não resolve”, diz um psicólogo que tem projetos bem sucedidos de prevenção à gravidez em bairros pobres de Nova York.

“É preciso ter programas de longa duração que eduquem as crianças desde cedo. Isso não acontece porque os governos acham caro. Mas depois é que sai caro. Só os Estados Unidos gastam US$ 11 bilhões por ano com filhos de pais adolescentes”, aponta.

Se atraiu críticas, a campanha tem pelo menos um mérito: estimulou o debate sobre um assunto em que o personagem principal é o último a ter voz.

 

Fonte: Jornal Nacional

Enviado por: Letícia Vitorino

Postado por: Luma Santos

O projeto de lei que tramita na câmera  (Projeto de Lei 3104/12) do deputado Roberto de Lucena (PV-SP), alega que vai de contra a lei do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8069/90) onde a apologia ou a indução de consumir bebidas alcoólicas é proíbida.

O autor do projeto ainda sustenta que facilmente é encontrado em lojas especializadas ou mesmo em supermercados, embalagens de bebidas gaselficadas que imitam o formato de bebidas alcoólicas.

 

O deputado Roberto Lucena ainda afirma que “ao se incentivar ao se incentivar o consumo de produtos próximos da realidade adulta cria-se uma necessidade que a criança não tem”.

Na sua opinião, este projeto deve se tornar Lei? Que impacto uma bebida que esteticamente parece alcoólica, mas seu conteúdo não tem essa substância pode sofrer ao ser comercializada e utilizada por menores?

Comentem galera, e divulguem em suas redes, os alunos da PEP mostrando que estão antenados com as notícias!

Fonte: cidademarketing.com.br

Att, Pagú C.

Para não serem rotulados como produtos cancerígenos, Coca-cola e Pepsi mudam sua receita.

Segundo a BBC, a nova receita dos refrigerantes mais famosos do mundo terão menos 4-metilimidazol, conhecida como corante de caramelo. Isto tudo está acontecendo no estado da Califórnia, ondem existem leis que obrigam os produtores a advertirem em sua embalagem sobre o risco de câncer ao ingerir produtos que contenham este produto químico. Esta mudança já foi introduzida na região.

O produto químico foi associado a casos de cancro, mas segundo a US Food and Drug Administration diz que uma pessoa precisaria beber mil latas de refrigerante cola por dia para ingerir a mesma quantidade de 4-metilimidazol usada em animais nos testes de laboratório.

A Coca-cola e a Pepsi dominam 90% do mercado de bebida gaselficada.

O que vocês acham sobre a lei? Poderia ser aplicada aqui no Brasil? O que esta advertência causaria de fato sobre o produto e suas vendas? Por que?
Imagem: http://www.trafor.com.br/2011/12/13/disputa-do-seculo/

Fonte: saude.terra.com.br

 

Att, Pagú Corrêa

A Secretaria de Políticas para Mulheres do governo federal pediu ao Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) a suspensão do campanha publicitária “Hope ensina”. Após receber 15 denúncias de consumidores, o Conar abre processo para avaliar campanha com Gisele Bündchen de lingerie como a “melhor maneira” de uma mulher dar uma má notícia ao marido.

Veja os três comerciais:




A HOPE prestou esclarecimento à Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) sobre campanha “Hope ensina”, estrelada pela modelo Gisele Bundchen, a qual estimula o público feminino a usar o “charme” para amenizar possíveis reações negativas de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano.

A direção da empresa divulgou uma nota com um posicionamento oficial. No texto, assinado pela diretora Sandra Chayo, a empresa diz que “os exemplos nunca tiveram a intenção de parecer sexistas, mas sim, cotidianos de um casal”.
Nota à Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM)

Em relação às denúncias recebidas por essa Secretaria por conta da campanha publicitária “HOPE ensina”, a HOPE, empresa com 45 anos de história e que sempre primou pela excelente relação com as suas consumidoras, esclarece que a propaganda teve o objetivo claro e bem definido de mostrar, de forma bem-humorada, que a sensualidade natural da mulher brasileira, reconhecida mundialmente, pode ser uma arma eficaz no momento de dar uma má notícia. E que utilizando uma lingerie HOPE seu poder de convencimento será ainda maior.

Os exemplos nunca tiveram a intenção de parecer sexistas, mas sim, cotidianos de um casal. Bater o carro, extrapolar nas compras ou ter que receber uma nova pessoa em sua casa por tempo indeterminado são fatos desagradáveis que podem acontecer na vida de qualquer casal, seja o agente da ação homem ou mulher.

Foi exatamente para evitar que fôssemos analisados sob o viés da subserviência ou dependência financeira da mulher que utilizamos a modelo Gisele Bundchen, uma das brasileiras mais bem sucedidas internacionalmente. Gisele está ali para evidenciar que todas as situações apresentadas na campanha são brincadeiras, piadas do dia-a-dia, e em hipótese alguma devem ser tomadas como depreciativas da figura feminina. Seria absurdo se nós, que vivemos da preferência das mulheres, tomássemos qualquer atitude que desvalorizasse nosso público consumidor.

Atenciosamente,

Sandra Chayo.
Diretora.

O Prêmio Colunistas deu um feia derrapada na etapa de Brasília. O Conar notificou o Prêmio e a agência Monumenta Comunicação pela campanha que divulgou a etapa do DF, com julgamento realizado na última sexta-feira (2/9). As peças de mídia impressa mostravam um “profissional” levando golpes e sangrando – ação “explicada” pelo conceito da campanha: “Quem dá a cara a bater aparece” seguido por “Todo publicitário tem que brigar muito para colocar uma ideia na rua. Como em toda luta, os jurados decidem quem venceu”. Não é um raciocínio criativo brilhante? Pois é, fica difícil compreender que tipos de mentes fazem e/ou aprovam coisas desse tipo.

Francamente, parece-me que faltou acompanhamento adulto na criação. Já o caro amigo Armando Ferrentini, diretor-presidente da Editora Referência e presidente da Abracomp que organiza o Prêmio Colunistas, tentou minimizar a mancada brasiliense afirmando que ”a campanha foi pontual e local. Ela serviu apenas para divulgar a regional de Brasília do Prêmio Colunistas, apesar de ter tido sua veiculação em âmbito nacional no jornal propmark, da Editora Referência, que apoia o prêmio. O importante a ressaltar é que a campanha já teve sua vida útil encerrada. Ela não está em veiculação e nem será veiculada novamente”. A agência Monumenta não se manifestou. É preciso reconhecer que o jornal propmark agiu profissionalmente divulgando o ocorrido.

Como o tema do post é violência e bizarrices, passando pelo Meio & Mensagem encontrei este oportuníssimo protesto de Adilson Xavier, presidente e diretor nacional de criação da Giovanni+Draftfcb – com o qual concordo integralmente – sobre o tal UFC: “Muita gente vibrou, o evento literalmente arrebentou, rendeu altas audiências na TV, provocou comemoração geral entre promotores, patrocinadores etc e tal. Mas acho que, de alguma forma, ficamos feridos.

Alguns dias e vários hematomas depois, restou a sensação de estarmos regredindo, aproximando-nos da época dos gladiadores, excitando nossa adrenalina de uma forma estúpida, com o sangue alheio. Se esporte deve ser ligado à saúde, evidentemente, esse não é o caso do UFC. Seria, então, o caso de quê? De estimularmos o gosto pela violência? De espetaculizar a brutalidade? O povo gosta, o povo vê, então que se dane? Seria isso? Nesses tempos peculiares em que estamos vivendo, com o noticiário cada vez mais recheado de episódios de pancadaria, parece evidente que não precisamos de mais essa bizarrice.”

Fonte: Acontecendo Aqui

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