Nas fotos, elas seguram cartazes com frases ditas pelos violentadores

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Nesse exato momento, milhares de pessoas estão sendo violentadas sexualmente em todo o mundo. E seja por medo, vergonha ou até mesmo devido a ameaças, nem 1/3 desses casos são denunciados à polícia.
Pensando nisso, uma fotógrafa chamada Grace Brown decidiu criar, em outubro de 2011, um projeto chamado “Unbreakable” (Inquebrável), que traz vítimas (tanto mulheres quanto homens) de abusos sexuais segurando cartazes com frases ditas pelos violentadores. Algumas decidem mostrar o rosto, outras apenas os olhos, e algumas preferem continuar no anonimato.

Segundo Brown, a iniciativa tem como missão poder ajudar as vítimas a curar essa dor, mostrando que elas não estão sozinhas, que não podem se esconder ou “se culpar”, e que não são apenas vítimas, mas sim sobreviventes. Ao ler as frases, é impossível não se impactar com a frieza com a qual os agressores agem, e mais ainda ao perceber que muitas vezes eles estão dentro do nosso convívio, na figura de um pai, tio, namorado e até mesmo de uma mãe.

No Tumblr do projeto, Yvonne Moss, uma das sobreviventes de estupro, diz que “ essa é uma forma das vítimas tomarem de volta o poder sobre as palavras que foram usadas contra elas”. A iniciativa já conta com mais de 400 fotos do mundo todo (muitas de brasileiros), que podem ser vistas no Tumblr. E quem já tiver passado por isso e também desejar enviar a sua, é só escrever para o seguinte e-mail: projectunbreakablesubmissions@gmail.com

Veja abaixo algumas das fotos enviadas:

1

“Eu achava que você gostava quando as pessoas te comiam.” – Minha mãe

 

2

“Não se preocupe, meninos supostamente gostam disso.”

 

3

“A culpa é sua por ser atraente.”

 

Fonte: Mídia Publicitária

Enviado por: Carla Michels

Postado por: Bruna de Oliveira Carvalho

Anúncios

Um anúncio de TV com a atriz Pamela Anderson foi proibido no Reino Unido por ser considerado “sexista e degradante para as mulheres”.

No vídeo, Pamela Anderson e outra atriz estão em um escritório, fazendo uma reunião de negócios com alguns homens. Quando a assistente de Pamela serve café, um dos executivos olha para seu decote e começa a fantasiar com as duas dançando de biquíni e cobertas de creme.

Quatro denúncias diferentes foram recebidas por autoridades reguladoras do país. O órgão responsável alegou ter avaliado o anúncio, inicialmente, como uma paródia de uma reunião comum de trabalho.

Depois, no entanto, a autoridade voltou atrás e disse ter percebido que “apesar de elas estarem usando roupas de trabalho, estavam com a camisa desabotoada. […] Embora a sequência de fantasias, que nós consideramos sexualmente sugestiva, estivesse limitada à imaginação de um dos personagens, consideramos que ela dá a impressão de que ele via suas colegas mulheres como objetos sexuais”.

A empresa de internet ‘Crazy Domains’ se defendeu das acusações dizendo que não acreditava que a propaganda fosse ofensiva ou degradante. Um porta-voz afirmou que “ficava claro que a sequência de fantasia exagerada era limitada à imaginação do personagem. A intenção era que sua distração causasse o efeito cômico”. As informações são do ‘Daily Mail’.

Veja o vídeo:

http://mais.uol.com.br/view/14480246

 

Fonte: Uol Economia

Enviado por: Pauline Teske

Postado por: Bruna de Oliveira Carvalho

TIM atesta ter sido plagiada em campanha da concorrente, enquanto Nestlé compara calorias de produtos em dosagens diferentes

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A última reunião do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), realizada na semana passada, julgou 15 processos. Dois deles merecem destaque pelo teor das contestações.

O primeiro envolve um caso de plágio cometido pela Vivo contra a TIM. A operadora afetada alegou que a concorrente plagiou o conceito criativo de campanha sua veiculada a partir de abril de 2012, intitulada “TIM Intelligence” e voltada a planos empresariais.

A justificativa se daria pela forma como os anúncios de ambas as operadoras eram apresentados: no da TIM, uma cabeça em corte longitudinal e dividida em escaninhos era ocupada por diferentes produtos da empresa; no da Vivo, o boneco que simboliza sua marca aparecia no mesmo corte, com cenas de um escritório corporativo insertadas.

Segundo o Conar, “embora todo o resto seja diferente, alegou-se plágio pelo conceito, repetido”. O caso já havia sido discutido em primeira instância e, na ocasião, decidiu-se pelo arquivamento por maioria de votos – situação que permitiu recurso da TIM. Desta vez, a Vivo foi punida com sustação por maioria dos votos, e terá até dez dias para recorrer.

Dez não são vinte
Outro caso curioso envolveu a Nestlé. O próprio Conar instaurou um processo sobre possível confusão na embalagem do achocolatado Nescau Light. Nela, aparece a informação “30% menos calorias” – mas, para o órgão, o consumidor poderia ser levado a engano.

Isso porque a comparação que permite dizer que há 30% menos calorias faz uma comparação entre a porção de 20 gramas de Nescau normal e de 10 gramas de Nescau Light. Se comparados em mesma porção, o percentual propagandeado seria mais baixo. A Nestlé alegou que a embalagem “está em absoluta conformidade, porque o produto é mais concentrado”, então 10g da versão light seria responsável pelo mesmo sabor dos 20g da versão regular. O anunciante alegou, ainda, que existem outros produtos de seu portfolio que se valem deste mesmo mecanismo de comparação.

Para o Conar, este não é um expediente válido. Sugeriu a alteração das embalagens e advertiu o anunciante pelo expediente usado na comparação, passível de levar consumidores a conclusões equivocadas. A decisão foi tomada por unanimidade.

Sobre esta reportagem, a Telefônica Vivo divulgou o seguinte comunicado oficial:

A Telefônica Vivo esclarece que, diferentemente do que consta na reportagem “Conar: plágio da Vivo…”, a suspensão da campanha  não ocorreu por plágio, já que para que isso ocorra é necessário que o denunciante detenha a “originalidade” do “artifício criativo”, o que não é o caso da outra operadora.

A suspensão da campanha, na verdade, foi justificada pelo Conar pela possibilidade de “permitir confusão” junto aos consumidores, em virtude de semelhança de campanhas usadas em período de tempo muito próximo e de empresas que disputam o mesmo mercado.

A Telefônica Vivo esclarece ainda que as peças não usam a “mesma imagem”, como consta da matéria. A Vivo utiliza na peça o ícone que é propriedade da operadora.  O caso ainda não está finalizado pelo Conar e a empresa estuda recorrer da decisão.

 

Fonte: Meio e Mensagem

Enviado por: Leonardo Theiss

Postado por: Luma Santos

Dizer que as redes de fast food fazem propaganda enganosa ao mostrar seus produtos de forma muito mais vistosa e apetitosa do que realmente são em seus anúncios é uma critica que elas recebem há anos.

Então a própria McDonald’s recebeu fazer um vídeo explicativo para justificar a maquiagem e até compara as duas versões do seu lanche Quarteirão com Queijo, com e sem retoque, com e sem Photoshop.

Toda a experiência é conduzida por Hope Bagozzi, Diretora de Marketing da franquia. Os profissionais incumbidos tenta justificar a grande diferença dizendo que precisa ‘reposicionar’ os ingredientes para deixar claro o que compõe cada lanche. Diz também que o lanche original é menor porque sofre com o ‘efeito vapor’ dentro da embalagem, que mantei o lanche quente, mas faz o pão retrair um pouco.

Eaê, essa colou? O vídeo não é recente, porém legendado você ainda não tinha visto.

 

 

Fonte: Sedentário e Hiperativo

Enviado por: Eloisa Rodrigues

Postado por: Bruna de O. Carvalho

Ministério dos Transportes (MT) segue com a campanha “Prevenção de Acidentes nas Rodovias”, iniciada em dezembro de 2012, e cria nova campanha rotulando o motorista imprudente como um “monstro”. Com assinatura da agência Link Comunicação e Propaganda, a nova campanha que tem como mote: “Imprudência não é acidente. É crime. Contra a vida de quem foi. Contra a vida de quem fica”, tem como objetivo sensibilizar e mobilizar a sociedade para a necessidade de mudança de comportamento dos motoristas nas rodovias brasileiras, especialmente nos feriados prolongados, quando o índice de acidente é maior. As peças têm forte apelo emocional e apostam em comparações impactantes: o motorista imprudente é colocado como um “monstro” e o carro seria uma “arma”.

Com direção de criação de Antônio Meirelles, o filme cria um estigma negativo do comportamento de motoristas que desrespeitam as leis e não dirigem com segurança nas rodovias brasileiras. O vídeo mostra a dor de um pai ao contar para a filha pequena porque a mãe não voltará mais para casa e reação da criança ao saber que “alguém” a levou embora.

Os filmes, spot e banner foram veiculados até nessa última quinta-feira (31), feriado de Corpus Christi. Também serão fixadas placas de sinalização nas principais vias de acesso e saída dos estados onde o número de acidentes e imprudência é maior, segundo estatísticas dos órgãos responsáveis. São eles: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal, mantendo a comunicação neste meio até o mês de agosto de 2013.

Confira:

Ficha Técnica
Direção de Criação: Antônio Meireles
Redator: Raoni Leão
Diretor de Arte: Angelo Gabriel
Planejamento: Angela Chaves
Produção de RTVC: Telma Rocha
Mídia: Humberto Montemurro e Georgiana Xavier
Atendimento: Frederico Melo e Christianne Varela
Produtora de Filme: Margarida Filmes (Filme Mais Ltda)
Direção do Comercial: Marcos Jorge
Aprovação: Laura Almeida e Sheila Portal

 

Fonte: Acontecendo Aqui

Enviado por: Victoria Rech

Postado por: Luma Santos

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A humorista Dani Calabresa foi vítima do seu próprio celular. Em uma mensagem no Twitter, a repórter do CQC elogiou o Galaxy S4, da Samsung, para cerca de 1,2 milhão de seguidores, entretanto o microblog “denunciou” que as postagens tinham sido feitas via um iPhone, da Apple.

No primeiro tweet, a apresentadora escreveu: “Celular com sexto sentido percebe quando você está perto… esse Galaxy S4 é muito sensível”. Já na segunda mensagem, ela disse que a bateria extra do aparelho “salvou sua vida”. Após perceber o erro, Calabresa apagou os dois textos.

Não é a primeira vez que gafes desse tipo acontecem com a marca coreana. Em abril, o tenista David Ferrer fez propaganda do Galaxy S4 a partir de um aparelho da Apple, durante uma competição patrocinada pela Samsung.

Com informações da Mac Magazine

Fonte: Administradores

Enviado por: Victoria Rech

Postado por: Luma Santos

 

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Entre 1989 e 2010, um em cada três brasileiros abandonou o cigarro, por causa das restrições feitas à publicidade no setor. De acordo com o relatório da Política Internacional do Controle do Tabaco (ITC), em Porto Alegre, Rio e São Paulo, 89,1% dos fumantes e 92% dos não-fumantes acreditam que o governo deveria intervir mais no combate ao vício.

Além disso, o estudo apontou que 83,1% dos fumantes acreditam que os produtos do tabaco deveriam ser mais controlados. A pesquisa também avaliou como os consumidores percebiam o marketing do cigarro em 2009 e 2012. No primeiro ano, 42,8% dos fumantes afirmaram que a propaganda do tabaco era frequente ou muito frequente. Em 2012, esse número caiu para 22,6%.

Os entrevistados também apóiam a ideia de tornar as embalagens de cigarro genéricas ou seja, todas as marcas com a mesma cor, sem desenhos, logotipos.

Com informações do Estadão 

Fonte: Administradores

Enviado por: Victoria Rech

Postado por: Luma Santos

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O mundo está cansado de saber que marcas de sabão em pó, detergentes, desinfetantes e tudo mais que diz respeito aos cuidados da casa sempre se dirigem às mulheres em suas campanhas. Mas, mesmo assim, algumas abordagens continuam causando polêmica. A mais nova foi com a marca Ariel.

Em uma tira publicada em seu Facebook (imagem acima), a marca mostra uma mulher torcendo uma camisa depois de ver um jogo da Seleção Brasileira. Isso bastou para choverem comentários criticando a forma como a mulher foi apresentada e acusando a peça de machismo.

O post dividiu opiniões e, na prática, conseguiu o que as marcas sempre procuram na rede: repercussão. Foram, até o fechamento deste post, mais de 200 compartilhamentos e quase 300 comentários.

 Fonte: Administradores
Enviado por: Victoria Rech
Postado por: Luma Santos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta quarta-feira um novo apelo à proibição total de qualquer forma de publicidade do tabaco. Segundo a agência, o tabagismo é a causa de morte prematura de seis milhões de pessoas por ano. A proposta aproveita o Dia Mundial contra o Tabaco, que acontece nesta sexta-feira.

A proibição de toda publicidade e promoção de produtos derivados do tabaco é uma das formas mais eficazes de reduzir o consumo, particularmente entre os jovens, segundo o médico Douglas Bettcher, diretor de prevenção de doenças da OMS. O consumo foi reduzido em 7%, em média, nos países onde esta proibição foi introduzida. “A maioria dos fumantes começou sua dependência antes dos 20 anos de idade. Proibir a publicidade é a melhor forma de evitar que os jovens comecem a fumar”, disse.

A OMS alerta para novas táticas comerciais da indústria do tabaco, como a distribuição de brindes, o marketing oculto em cafés ou boates, o uso de redes sociais, a apresentação de produtos derivados de tabaco em filmes ou séries de televisão ou ainda as atividades de financiamento de obras de caridade. “A proibição deve ser total para ser eficaz”, disse o representante da OMS. Atualmente, apenas 19 países decretaram a total interdição.

Com Informações Veja 

Fonte: Acontecendo Aqui

Enviado por: Julio Cesar dos Santos

Postado por: Luma Santos 

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McLanche Feliz é um dos principais alvos das críticas
Crédito: SXC

Em reunião anual de investidores do McDonald’s , realizada em Chicago, nos Estados Unidos, há cerca de uma semana, uma menina canadense de apenas nove anos de idade, Hannah Robertson, questionou a postura da marca de “enganar as crianças com brinquedos e personagens de desenhos animados para que elas comam a sua comida todo o tempo”.

Dan Thompson, presidente do McDonald´s respondeu que a rede se esforça para vender produtos saudáveis e lembrou que os consumidores podem escolher frutas e vegetais que custam apenas US$ 1. Hannah é filha de Kia Robertson, que assina um blog sobre alimentação saudável e integra ainda o grupo Corporate Accountability International, cujo objetivo é lutar para impor limites aos excessos, que têm o McLanche Feliz como um dos seus principais exemplos.

Fonte: Meio e Mensagem

Enviado por: Sabrina Priscila Pereira

Postado por: Luma Santos

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